· A sociologia é necessária para a compreensão da sociedade em que vivemos? Porque?
Sim, ela estuda o homem sem sociedade, então ela ajuda a entender o homem e a sociedade.
· A sociologia é necessária para a compreensão da sociedade em que vivemos? Porque?
Sim, ela estuda o homem sem sociedade, então ela ajuda a entender o homem e a sociedade.
Os advérbios, conforme seu uso e significado, são geralmente classificados em:
| ADVÉRBIO
DE AFIRMAÇÃO | certainly, certamente
evidently, evidentemente | indeed, sem dúvida
obviously, obviamente yes, sim | surely, certamente
indubitably, indubitavelmente etc... |
| ADVÉRBIO
DE DÚVIDA | maybe, possivelmente
perchance, porventura | perhaps, talvez
possibly, possivelmente etc... | |
| ADVÉRBIO
DE FREQÜÊNCIA | daily, diariamente
monthly, mensalmente | occasionally, de quando em quando
often, freqüentemente yearly, anualmente | rarely, raramente
weekly, semanalmente etc... |
| ADVÉRBIO
DE INTENSIDADE | completely, completamente
enough, bastante entirely, inteiramente much, muito nearly, quase pretty, bastante wholly, inteiramente | quite, completamente
rather,bastante slightly, ligeiramente equally, igualmente exactly, exatamente greatly, grandemente very, muito | sufficiently, suficientemente
throughly, completamente too, demasiadamente largely, grandemente little, pouco merely, meramente utterly, totalmente |
| ADVÉRBIO
DE LUGAR | above, em cima
anywhere, em qualquer parte around, em redor below, abaixo evrywhere, em toda a parte | far, longe
here, aqui hither, para cá near, perto nowhere,em parte alguma | there, lá
thither, para lá where, onde younder, além |
| ADVÉRBIO
DE MODO | actively, ativamente
amiss, erroneamente badly, mal boldly, audaciosamente faithfully, fielmente | fast, rapidamente
fiercely, ferozmente gladly, alegremente ill, mal puposely, intencionalmente | quickly, rapidamente
simply, simplesmente steadily, firmemente truly,verdadeiramente well, bem |
|
ADVÉRBIO DE NEGAÇÃO | no, not, não | ||
|
ADVÉRBIO DE ORDEM | firstly, primeiramente
| secondly, em segundo lugar
| thirdly, em terceiro lugar |
| ADVÉRBIO
DE TEMPO | already, já
always, sempre early, cedo formerly, outrora hereafter, doravante immediately, imediatamente | late, tarde
lately, ultimamente never, nunca now, agora presently, dentro em pouco shortly, em breve | soon, brevemente
still, ainda then, então today, hoje tomorrow, amanhã when, quando yesterday, ontem |
| ADVÉRBIO
INTERROGATIVOS | how, como
| when, quando
| where, onde
why, por que |
É uma representação da batalha entre mouros e cristãos durante a invasão da Península Ibérica. Com a vitória dos cristãos, os mouros acabam convertidos. 

Pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) neste mês de junho aponta que Campo Grande ocupa o 8º lugar no ranking das capitais brasileiras com maior freqüência de estudantes que declararam ter sofrido bullying alguma vez, apresentando um índice de 31,4%.
Para mudar este quadro, foi criada a Lei Municipal nº 4.854/10 que dispõe sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção e combate ao Bullying escolar, no projeto pedagógico elaborado pelas unidades municipais de ensino. Aprovada no Plenário, a regulamentação foi publicada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) do dia 17 deste mês.
De autoria dos vereadores Paulo Siufi (PMDB) e Professora Rose (PSDB), a lei tem como objetivo do projeto é reduzir os casos de bullying, que fazem cada vez mais vítimas nas escolas da Capital, por meio da orientação dos estudantes, alertando sobre os riscos desta prática tão nociva as crianças e adolescentes.
De acordo com o IBGE, a população-alvo da pesquisa foi formada por estudantes do 9º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série) de escolas públicas ou privadas das capitais dos estados e do Distrito Federal.O cadastro de seleção de amostra foi constituído por 6.780 escolas. Conforme o autor do projeto, “Temos de acabar com esse preconceito hediondo que ronda nossas crianças dentro das escolas. É uma prática comum em todas as escolas."
"O bullyng não feito só com pessoas da cor negra, com o obeso, baixinho e assim por diante. Isso é uma falta de respeito com o direito de ir e vir que é constitucional. Todos somos filhos do mesmo pai, temos os mesmos direitos, independente da cor, altura, deficiências, renda salarial”, defendeu Paulo Siufi.
Segundo a vereadora Profª. Rose, a prática do bullying é um problema mundial. “Tive várias crianças que sofriam aversões, que sofriam discriminação, ficaram depressivos, não queriam mais freqüentar a escola”, disse a parlamentar.
Pela proposta, as escolas municipais deverão incluir em seu projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao Bullying escolar, além disso haverá também, conforme o referido projeto a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema, orientação às vítimas de Bullying, visando à recuperação de sua auto-estima para que não sofram prejuízos em seu desenvolvimento escolar.
Também haverá orientação aos agressores, por meio de pesquisa dos fatores desencadeadores de seu comportamento, sobre as conseqüências de seus atos, objetivando torná-los aptos ao convívio em uma sociedade pautada pelo respeito, igualdade, liberdade, justiça e solidariedade.
Entende-se por Bullying a prática de atos violência física ou psicológica, de modo intencional e repetitivo, exercida por indivíduo ou grupos de indivíduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar, agredir, causar dor, angústia ou humilhação à vítima.
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullyingentre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos debullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.